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10.07.2011

Aeropepe é matéria de capa do Jornal do Commércio

A Aeropepe foi destaque na matéria de capa deste Domingo, 10 de Julho de 2011, do Jornal do Commércio (1a Edição). O texto, do jornalista Giovanni Sandes, foi publicado no caderno de Economia. Confira abaixo um trecho:

 

"Antigos ultraleves, novos aviões

 
Falar em ultraleves remete a imaginação a aviõezinhos precários, praticamente cadeiras com motor e asas. Muitos pernambucanos se lembram dos modelos coloridos que sobrevoavam as praias na década de 1980, que até batizaram o famoso Bar do Ultraleve, em Maria Farinha. Trinta anos depois, esses pequenos aviões trocaram as asas de lona por fibra de vidro, fibra de carbono ou alumínio aeronáutico. Muitos parecem até aviões executivos. São chamados de ultraleves avançados, superam os 200 quilômetros por hora. Dependendo da empresa e modelo, o preço chega a R$ 150 mil na versão básica.
 

Do “cano e pano”, apelido pejorativo dos primeiros ultraleves, até os modelos atuais, o modo de pensar e projetar essas aeronaves mudou bastante. A abertura da economia brasileira nos anos 90 e o desenvolvimento de modelos próprios, com projetos de engenharia aeronáutica e uso intensivo de computação e novos materiais, criaram pequenas linhas industriais. Basicamente, todo ultraleve é considerado uma aeronave experimental, tripulada por até duas pessoas, de uso exclusivamente privado e de até 750 quilos.

 

De quase três dezenas de fabricantes no País, dois são pernambucanos. A recifense Aeropepe, instalada no Aeroclube de Pernambuco, este ano fez uma primeira exportação, para Portugal – um grande passo, já que o mercado europeu exige certificação.

 

A Aeropepe desenvolveu o modelo Flamingo, que alcança velocidade aproximada de 200 quilômetros por hora.

 

Na fábrica, são cinco funcionários e uma produção média de uma aeronave por semestre. Mas a Aeropepe tem capacidade de produzir 10 aviões por ano e quer otimizar o processo de fabricação, além de desenvolver um segundo modelo de aeronave. Para isso, contará com R$ 330 mil da Facepe e da Finep.

 

O nome da empresa vem do apelido do empresário José Rodolfo Garrido Andrade, Pepe, de 52 anos. De jeito simples e extrovertido, Pepe tem uma história profissional curiosa. Já passou por construção civil e até por uma pequena equipe de automobilismo. “Desde garoto eu era fascinado por mecânica. Já trabalhei em equipe de carro de corrida, voei de asa delta e fui piloto de kart”, relembra.

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Fonte: Jornal do Commércio

Rua Tome Gibson, s/n – Aeroclube de Pernambuco - Pina - Recife – PE - 51011-480

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